"Andava rapidamente, desviando dos obstáculos. Atraído para a esquerda ou direita, nas beiradas da passarela. A mente urgia pela vida mas o corpo queria a queda. Lembro-me de pensar no meu sangue flutuando água abaixo. Ansiosamente, desci as escadas e esqueci tal pensamento."
"Desintragava a caminho de casa. Não o lar, mas a casa. Uma figura se formou à minha frente, seguindo o mesmo rumo despadaçado. A sensação boa me assustou. Atravessei a rua lentamente. Não haviam carros. Felizmente."
"O banho quente entediou-me. Cansado dos mesmos momentos, necessitei uma mudança. Inconscientemente, injetei mais água fria. Mergulhava em jatos repetidamente. Saí da ducha. Perceber o excitamento em ter a água quase entrando nos meus pulmões me abateu."
Não devo confiar em mim.
sábado, 26 de setembro de 2009
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