As esperanças, tão infínimas, escorregam para baixo do piso
"Adeus", acenam para mim, lentamente
O mesmo que dei à ti minutos antes
Enquanto a escuridão me invadia, suavemente
As sombras voltaram a meus ombros
A cantarolar seus lamentos intermináveis
E penso: "Aonde errei?"
Elas respondem:"Não foi você, desta vez"
Uma canção, em específico, chama minha atenção
Lenta melodia melancólica
"Aonde errei?", esbravejo.
"Errou por pensar demais", respondem-me.
"Pensar, em quê?". O silêncio...
"Em tentar ser perfeito no meio do falho".
"E ela?"
"Queria a falha que já não eras, mais".
O ser horrendo em mim manifesta-se:
"Talvez seja para melhor..."
Lembro-me dos tempos melhores, de criança.
Ser um lobo solitário era o sonho que sempre tenho.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário