quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Futuro derretido
Humilhe-se o quanto quiser. Ignore minha óbvia grosseria. Tente desrespeitar minha decisão de me afastar de ti. Nada mudará. Enquanto o meu orgulho prevalecer; enquanto os pingos de chuva apagarem lentamente as memórias, insista. Ou voará alto, ou caíra no chão com asas quebradas. O tempo decidirá: foi suficiente?
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Contagem
Vesti outra máscara e testei-a.
O ciúmes rendeu-me mais de um ano de namoro. A total privação de sair desacompanhado, relacionar-se totalmente com amigos e reduzir meu tempo à outra pessoa deu-me meses de companhia. Obviamente, companhia dispensável.
Após, fui para um segundo modelo. Tentei ser perfeito. Mas o ditado é o correto. Não há perfeição. Fui cavalheiro, sensível e gentil. Funcionou por um tempo, porém estava fadado a cometer alguma falha. No caso, foi tornar-se entediante demais.
A terceira e mais recente tentativa foi ser liberal. Liberal ao extremo. Faça o que quiser; não me importarei. Mais um erro. A liberdade foi exercida em excesso. Caí em desgraça novamente.
Cansei de fingir sentimentos. Não vou ficar elogiando ninguém, não há razões. Sinto-me no estúpido papel de fazê-la feliz. Acabo me importando pouco comigo e muito com ela. Ela, aquela que, desde o início, não mereceu minha atenção. Minha culpa; uma nova máscara será feita para a próxima guria e, novamente, testada. Até lá.
O ciúmes rendeu-me mais de um ano de namoro. A total privação de sair desacompanhado, relacionar-se totalmente com amigos e reduzir meu tempo à outra pessoa deu-me meses de companhia. Obviamente, companhia dispensável.
Após, fui para um segundo modelo. Tentei ser perfeito. Mas o ditado é o correto. Não há perfeição. Fui cavalheiro, sensível e gentil. Funcionou por um tempo, porém estava fadado a cometer alguma falha. No caso, foi tornar-se entediante demais.
A terceira e mais recente tentativa foi ser liberal. Liberal ao extremo. Faça o que quiser; não me importarei. Mais um erro. A liberdade foi exercida em excesso. Caí em desgraça novamente.
Cansei de fingir sentimentos. Não vou ficar elogiando ninguém, não há razões. Sinto-me no estúpido papel de fazê-la feliz. Acabo me importando pouco comigo e muito com ela. Ela, aquela que, desde o início, não mereceu minha atenção. Minha culpa; uma nova máscara será feita para a próxima guria e, novamente, testada. Até lá.
domingo, 25 de outubro de 2009
Ideais Inconvenientes
Observar tornou-se uma paixão. Analisar cada aspecto de determinado coisa e deduzir tudo sobre ela. Prever o futuro e fazer descobertas está ficando cada vez mais fácil pra mim. É só observar muito e pensar.
Um relógio gira rápido demais. Outro, devagar demais. Uma árvore balança com o sombrio vento da noite. Busco suas semelhanças. Estão perfeitamente posicionados. Rápido demais pois as felicidades se foram. Devagar demais pois o sofrimento continua aqui. Balança porque não tem equilíbrio algum. São ideais, porém, inconvenientes.
Um relógio gira rápido demais. Outro, devagar demais. Uma árvore balança com o sombrio vento da noite. Busco suas semelhanças. Estão perfeitamente posicionados. Rápido demais pois as felicidades se foram. Devagar demais pois o sofrimento continua aqui. Balança porque não tem equilíbrio algum. São ideais, porém, inconvenientes.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Pele de Vidro
A neblina flutuava em ritmo lento e alternado sob o ar seco e frio. As nuvens atravessavam seu corpo. Soltavam risadas curtas a medida que o deixavam para trás. Uma lágrima desceu do rosto finalmente abandonado...
Enquanto caía, as partículas desmoranavam-se em forma de pequenos cubos de água. Apesar de minúscula, ele via o fenômeno naturalmente, como se estivesse contemplando o gran finale de uma colossal estátua . O pensamento o desviou da tristeza que a solidão lhe proporcionava.
Atingiu o chão. O espetáculo havia acabado. Voltou-se para o horizonte cego e cinza, esperando para ser observado. Uma fenda abriu-se lá, distorcendo o tempo e o espaço. "Estou enlouquecendo", pensou. Um ser alado foi em direção àquela abertura. Ao vê-lo, aquele homem sentiu esperança. O ser desintegrou-se quando se aproximou demais. A esperança do homem havia morrido.
Foi, então, vagando até lá. Esperava desintegrar também. Sua pele de vidro refletia a intensa luz do ambiente. Rachava e quebrava, mas não tinha dor. Alí estava para decidir seu caminho. Seu destino. Arrastou o resto que chamava de "vontade" até ver uma pequena mão...
Alcançou a mão, suavemente, e a apertou com força. Era pura. Não havia sido corrompida pelo mundo ao redor. Um recém-nascido que, no seu despertar para o mundo, despertou o homem também.
Levantou-se e jogou fora a caixa de remédios que segurava. Olhou para a janela e percebeu o sol refletido na sua pele de vidro. Sorriu.
Enquanto caía, as partículas desmoranavam-se em forma de pequenos cubos de água. Apesar de minúscula, ele via o fenômeno naturalmente, como se estivesse contemplando o gran finale de uma colossal estátua . O pensamento o desviou da tristeza que a solidão lhe proporcionava.
Atingiu o chão. O espetáculo havia acabado. Voltou-se para o horizonte cego e cinza, esperando para ser observado. Uma fenda abriu-se lá, distorcendo o tempo e o espaço. "Estou enlouquecendo", pensou. Um ser alado foi em direção àquela abertura. Ao vê-lo, aquele homem sentiu esperança. O ser desintegrou-se quando se aproximou demais. A esperança do homem havia morrido.
Foi, então, vagando até lá. Esperava desintegrar também. Sua pele de vidro refletia a intensa luz do ambiente. Rachava e quebrava, mas não tinha dor. Alí estava para decidir seu caminho. Seu destino. Arrastou o resto que chamava de "vontade" até ver uma pequena mão...
Alcançou a mão, suavemente, e a apertou com força. Era pura. Não havia sido corrompida pelo mundo ao redor. Um recém-nascido que, no seu despertar para o mundo, despertou o homem também.
Levantou-se e jogou fora a caixa de remédios que segurava. Olhou para a janela e percebeu o sol refletido na sua pele de vidro. Sorriu.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Reerguer-se
Mesmo nas lutas mais internas, complicadas e intricadas. Mesmo no derramamento de sangue e suor diário. Até mesmo o sofrimento e a dor levam-me ao mesmo lugar...
No canto escuro, derrotado, volto-me a quem nunca deixou de se importar. Algumas pessoas são pra sempre, é verdade.
No canto escuro, derrotado, volto-me a quem nunca deixou de se importar. Algumas pessoas são pra sempre, é verdade.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Não há mais jeito
Mais um mês se passou e tudo se repetiu.
As tragédias voltaram, mais uma vez. Me deixei levar apenas para ser atingido novamente. Todos mentem e eu, ingênuo, escolho ser enganado. O pouco da consciência que tenho se perdia por um sentimento inútil.
Mentiu para mim desde o início...e depois dizem que os homens são todos iguais. Mas não. Foi exatamente a mesma coisa que me aconteceu, com outra guria, a um mês atrás. Um processo repetido de sofrimento.
Cansei de escrever, a raiva não deixa. Não vou confiar em mais ninguém. É meu epílogo. Deixo-o para quem se prestar para ler.
As tragédias voltaram, mais uma vez. Me deixei levar apenas para ser atingido novamente. Todos mentem e eu, ingênuo, escolho ser enganado. O pouco da consciência que tenho se perdia por um sentimento inútil.
Mentiu para mim desde o início...e depois dizem que os homens são todos iguais. Mas não. Foi exatamente a mesma coisa que me aconteceu, com outra guria, a um mês atrás. Um processo repetido de sofrimento.
Cansei de escrever, a raiva não deixa. Não vou confiar em mais ninguém. É meu epílogo. Deixo-o para quem se prestar para ler.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Ir
Ir embora
Ir para longe
Ao infinito inalcançável
Ao inimaginável além
Ir e voltar, várias vezes
Para o sono
Mas nunca, nunca, acordar
Ir para longe
Ao infinito inalcançável
Ao inimaginável além
Ir e voltar, várias vezes
Para o sono
Mas nunca, nunca, acordar
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Os fracos sempre serão fracos
São as árvores, balançando ao som do vento, escondidas pelo céu escuro. Eu apenas observo o curso das coisas, à parte de tudo. Queria ser simples como elas, seguir um ritmo constante e sem preocupações.
Eu tentei, realmente. Fui sereno e segui o fluxo. Batalhei ao mesmo tempo que era derrotado. Mas, como toda briga, não há vencedores: aguardo a tragédia pacientemente.
Eu tentei, realmente. Fui sereno e segui o fluxo. Batalhei ao mesmo tempo que era derrotado. Mas, como toda briga, não há vencedores: aguardo a tragédia pacientemente.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Um trecho de perguntas
Outra chuva. Outros ares. Outros sentimentos.
Os caminhos errados. O rumo errado. O constante movimento de queda para algum outro abismo que criei no decorrer do ano. Todos parecem rápidos e eu, lento, continuo nesta trajetória visivelmente sem fim. Cada singelo desvio me afasta mais de qualquer propósito.
As antigas certezas agora são dúvidas.
Os caminhos errados. O rumo errado. O constante movimento de queda para algum outro abismo que criei no decorrer do ano. Todos parecem rápidos e eu, lento, continuo nesta trajetória visivelmente sem fim. Cada singelo desvio me afasta mais de qualquer propósito.
As antigas certezas agora são dúvidas.
domingo, 11 de outubro de 2009
Conflitos e mais conflitos
Todos os dias coloco uma máscara diferente. Perdi minha identidade. Sou apenas o que julgo conveniente para determinado momento. Depois mudo. Sou outro ser, totalmente alterado do que era anteriormente. Uma mistura inacábavel de personalidades confusas.
Mas e se fosse possível virar um só novamente? O medo de que este um não me agradasse me arranca essa possibilidade. Apenas deixa-me voltar a meus fardos de sempre. O ciclo da desistência reciclada.
No fim, todos esses "eus" tem uma semelhança: nenhum consegue me tirar da solidão.
Mas e se fosse possível virar um só novamente? O medo de que este um não me agradasse me arranca essa possibilidade. Apenas deixa-me voltar a meus fardos de sempre. O ciclo da desistência reciclada.
No fim, todos esses "eus" tem uma semelhança: nenhum consegue me tirar da solidão.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Desvio de percurso
Sempre há alguma incoerência nos pensamentos. Talvez, a única validade em tê-los, inicialmente, é tentar evitar essa incoerência. Tentar, mesmo que abruptamente, ser linear. Manter-se em uníssono com seus ideais.
O maior erro humano é pregar algo não feito por si próprio. Falar sobre ajudar o oprimido e desviar das muitas almas famintas encontradas pelo percurso. Não julgam-se hipócritas pois escondem-se atrás de palavras vãs. Vagas emissões de mensagens irrelevantes.
Causa-me grande irritação tais atitudes. Porém, posso pecá-las também. Não tenho a capacidade de afirmar que sou totalmente coerente. Prefiro chamar esses "desvios" de "aprendizado". Minha desculpa é essa. No fundo, entretanto, sou um hipócrita como todos. Só falta admitir.
O maior erro humano é pregar algo não feito por si próprio. Falar sobre ajudar o oprimido e desviar das muitas almas famintas encontradas pelo percurso. Não julgam-se hipócritas pois escondem-se atrás de palavras vãs. Vagas emissões de mensagens irrelevantes.
Causa-me grande irritação tais atitudes. Porém, posso pecá-las também. Não tenho a capacidade de afirmar que sou totalmente coerente. Prefiro chamar esses "desvios" de "aprendizado". Minha desculpa é essa. No fundo, entretanto, sou um hipócrita como todos. Só falta admitir.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Review: Soul Eater
A imagem aí em cima é de um anime que recentemente assisti, chamado Soul Eater(aposto que ninguém percebeu escrito ali em cima bem grande "SOUL EATER").
Então, a animação trata de um grupo de pré-adolescentes que estudam em uma escola comandada por ninguém mais, ninguém menos que a própria Morte(vulgo Shinigami-sama). Lá, eles são separados em dois tipos de "alunos": artesãos ou armas. Como se pode imaginar, no universo ficcional de Soul Eater algumas pessoas nascem com a habilidade de, literalmente, se tornarem armas dos mais diversos tipos.
A história foca-se em três personagens principais junto a suas armas. A primeira, Maka Albarn, é uma artesã de foice. Seu parceiro, ou seja, a foice, chama-se Soul Eater Evans, um cara auto-denominado "cool". O segundo protagonista da trama é Black Star, um ninja escandaloso e cheio de si que utiliza um arsenal de armas diferentes(todas com a temática do personagem) produzidas por sua parceira Tsubaki. O último do trio é o próprio filho da Morte, Death the Kid. O nome nada criativo esconde um ser perfeccionista cujo principal objetivo é tornar tudo simétrico. As parceiras de "Kid"(como é chamado), são Liz e Patti Thompson, duas garotas com personalidades conflitantes e a habilidade de se transformarem em revólveres.
Inicialmente, o principal é acompanhar as diversas "aventuras" do trio mas, posteriormente, vários elementos são adicionados à trama. O combate às bruxas(inimigas do Shibusen, ou seja, a escola) e ao Kishin(um humano consumido por medo e loucura, transformando-se em um demônio) fazem parte da figura geral do anime. Até existe um personagem inspirado no famoso Dr. Frankenstein, que faz o "papel" de um professor do Shibusen e têm problemas de controle emocional.
O desenrolar, não contado aqui, é interessante e com alguns "plot twists". Obviamente, como qualquer animação japonesa de certo sucesso, é inevitável achar clichês no decorrer dos 51 episódios de Soul Eater. Lutas com estilos semelhantes a Dragon Ball, CDZ, Bleach e Naruto(lembrando que os dois últimos já são cópias dos dois primeiros) são presentes nos capítulos. Além disso, ainda há uma certa "prisão" à ladainha do "poder da amizade" entre outras frescuras. Pode até ser bonitinho, mas com certeza já encheu o saco.
Destaco aqui, também, alguns pontos fortes. O estilo do desenho é relativamente diferente dos outros animes e confere um ar "Tim Burton" à série. Pessoalmente, achei legal fazer tal estilização diversificada e fora dos padrões. Outro fator único de Soul Eater é a utilização da "loucura" como uma espécie de antagonista. Mesmo gerada por um personagem específico(o Kishin, no caso), ainda figura como peça principal nos acontecimentos.
Concluo aqui minha "review". Para quem se interessar, cate lá no Deus GOOGLE para obter mais informações sobre este anime.
OUT!
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Review: Ritual - Senhor das Trevas
Após ver um vídeo no youtube, fiquei horrorizado. Era uma apresentação de uma banda chamada "Ritual", com a música "Senhor das Trevas". Idiotice pura junto à falta de noção extrema.
Minha primeira impressão foi: "WTF? Isso só pode ser uma agitação que fizeram!". Caros leitores, não era. Pior, não era nem mais uma dessas bandas-paródias que surgem por aí tentando imitar o Massacration. Era, de fato, a junção mais aleatória de ritmos, timbres, palavras e qualquer outra coisa de cunho pseudo-musical que você possa achar por aí. Porém, o ápice dessa história foi quando descobri que a Ritual já está na estrada faz 23 anos. 23 anos fazendo merda, isso sim! ¬¬
Mas, vamos explicar por partes cada elemento que compôs tal majestosa "obra".
Vocalista: Lembram-se daquele colega excluído e fedorento que falava com, no máximo, uma pessoa que não fosse a própria mãe? Então, pensem no que ele seria no futuro...é, vocês acertaram, é o querido vocal da banda RITUAL (rima não proposital)! Juntem aos fatores anteriores uma péssima métrica para canto, timbre horrível e desafinado além da "habilidade" de criar letras escrotas com frases como "Você que sai na rua e não anda pelas calçadas...". Conclusão: nada de bom poderia sair desse cara.
Guitarrista: De acordo com o vídeo, ele é o Pepeu Gomes. Irei discordar. Vou me arrepender disso, mas talvez o Chimbinha tenha uma performance mais "exemplar" que esse cara. Inicialmente, olhei para a posição da guitarra dele: quase no pescoço. Que guitarrista de um suposto "metal" coloca a guitarra no pescoço? Nenhum, é óbvio! Isso sem contar o timbre dos riffs. Apenas uma distorção mal regulada e extrema que, aliada a tal "exímio" guitarrista, contribuiu para a criação de uma música tão horrível quanto "Senhor das Trevas".
Baixista: Nem vou perder tempo com esse aí. Ouvi o baixo, possivelmente, uma vez na música inteira, e ele estava fora de tom.
Baterista: Um tiozão que acompanhou as milhões de trocas de ritmo na música. Ele parecia ser o melhor da banda (o que não é grande coisa). O simples fato de ter 50 anos, parecer um nerd e tocar em uma banda tão ruim quanto essa já elimina qualquer qualidade que ele possa ter.
É isso. Deixo agora o link para que tirem as dúvidas quanto ao que escrevi e para formularem suas próprias opiniões. Boa sorte e que o SENHOR DA ETERNIDADE esteja sempre com vocês. ò.ó
Ritual - Senhor das Trevas (Legendado)
Minha primeira impressão foi: "WTF? Isso só pode ser uma agitação que fizeram!". Caros leitores, não era. Pior, não era nem mais uma dessas bandas-paródias que surgem por aí tentando imitar o Massacration. Era, de fato, a junção mais aleatória de ritmos, timbres, palavras e qualquer outra coisa de cunho pseudo-musical que você possa achar por aí. Porém, o ápice dessa história foi quando descobri que a Ritual já está na estrada faz 23 anos. 23 anos fazendo merda, isso sim! ¬¬
Mas, vamos explicar por partes cada elemento que compôs tal majestosa "obra".
Vocalista: Lembram-se daquele colega excluído e fedorento que falava com, no máximo, uma pessoa que não fosse a própria mãe? Então, pensem no que ele seria no futuro...é, vocês acertaram, é o querido vocal da banda RITUAL (rima não proposital)! Juntem aos fatores anteriores uma péssima métrica para canto, timbre horrível e desafinado além da "habilidade" de criar letras escrotas com frases como "Você que sai na rua e não anda pelas calçadas...". Conclusão: nada de bom poderia sair desse cara.
Guitarrista: De acordo com o vídeo, ele é o Pepeu Gomes. Irei discordar. Vou me arrepender disso, mas talvez o Chimbinha tenha uma performance mais "exemplar" que esse cara. Inicialmente, olhei para a posição da guitarra dele: quase no pescoço. Que guitarrista de um suposto "metal" coloca a guitarra no pescoço? Nenhum, é óbvio! Isso sem contar o timbre dos riffs. Apenas uma distorção mal regulada e extrema que, aliada a tal "exímio" guitarrista, contribuiu para a criação de uma música tão horrível quanto "Senhor das Trevas".
Baixista: Nem vou perder tempo com esse aí. Ouvi o baixo, possivelmente, uma vez na música inteira, e ele estava fora de tom.
Baterista: Um tiozão que acompanhou as milhões de trocas de ritmo na música. Ele parecia ser o melhor da banda (o que não é grande coisa). O simples fato de ter 50 anos, parecer um nerd e tocar em uma banda tão ruim quanto essa já elimina qualquer qualidade que ele possa ter.
É isso. Deixo agora o link para que tirem as dúvidas quanto ao que escrevi e para formularem suas próprias opiniões. Boa sorte e que o SENHOR DA ETERNIDADE esteja sempre com vocês. ò.ó
Ritual - Senhor das Trevas (Legendado)
terça-feira, 6 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Obstáculos
No caminho não há espaço para felicidades completas. Apenas para as metades flutuantes de alegria. Invadem com intuito de iludir. Machucar.
As repetições em minha vida são previsíveis. Tentar e falhar. Conseguir atrair os defeitos alheios e, ao mesmo tempo, enaltecer os meus próprios. É miserável perceber a inconsciência que leva-me de volta ao amor pela melancolia. Destrói tudo que tracei e retorna às velhas tristezas de sempre. Os rumos sempre distorcem-se para mim.
No final, apenas descubro: não consigo lidar com as situações.
As repetições em minha vida são previsíveis. Tentar e falhar. Conseguir atrair os defeitos alheios e, ao mesmo tempo, enaltecer os meus próprios. É miserável perceber a inconsciência que leva-me de volta ao amor pela melancolia. Destrói tudo que tracei e retorna às velhas tristezas de sempre. Os rumos sempre distorcem-se para mim.
No final, apenas descubro: não consigo lidar com as situações.
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