Cansado de eras ignorantes, eu ando pelos mesmos lugares. Colecionando tragédias, ainda. Ambições vazias em uma mente vazia me fazem carregar tudo para as colinas.
Como eu desejo a volta do fogo e da dança, dentro do mais profundo pôr-do-sol. O vento que sinto rouba-me as cores. Ali, parado, quero e sou. O escudo lunar.
Esperança quebrada, sofrimento e dor. Amigos e guias para uma vida. Esta, declarada por um pacto de sangue, terminada pelo silêncio.
Como eu desejo a volta do fogo e da dança, na cor nectarina do entardecer. O vento que queima retira-me as cores. Eu as roubei. Ali, parado, espero. Pelo escudo lunar.
Ali, tentando alcançar, lembro-me. Aqueles dias em que o escudo lunar brilhava sobre nós.
Ali, em chamas, lembro-me. Aqueles dias em que o escudo lunar anunciava um mundo só.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
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