Todos são fracos. Míseros. Não passam um segundo sem reclamar sobre qualquer coisa. Só pensam em seu crescente ego. Seus problemas. Sua vida. Mesmo assim, querem a ajuda de outros. Nessa individualização, cada um protege o que é seu.
Então, por que eu tenho que ser forte? Não posso ser fraco como todos? Não. Fazem-me preocupar-se com os outros. Educação de família: "Ajude o outro para ele te ajudar". Mas isso não acontece. Ninguém se presta tentar entender os MEUS problemas. Obviamente, talvez pensem que, por ser forte e "seguro", não precise de uma "mãozinha" de vez em quando.
Ninguém é de ferro. Muito menos eu. Porém, ao contrário dos "eternos problemáticos", manifesto minhas inseguranças com a apatia e a frieza. Na espera, inútil, de alguma ajuda alheia. Nunca acontece. Tanto por falta de vontade dos outros como a minha falta de confiança nos mesmos. Nos dias de hoje, acreditar em qualquer coisa(aqui, "coisas" incluí "pessoas") é motivo para ser chamado de "imaturo", porque "a vida é cruel", explicando meu comportamento de deconfiança.
Eu sei que a tal "luz no fim do túnel" está a anos-luz de mim. Não vou cobrar a boa-vontade de ninguém, prefiro alimentar esse ser "de pedra" em mim. Talvez eu me torne alguém que realmente não necessite de outras pessoas. Ou talvez eu seja um "eterno problemático" e não houve alguém para jogar isso na minha cara.
terça-feira, 28 de julho de 2009
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