quinta-feira, 30 de julho de 2009
Epílogo
Superficialidade gerada por um indivíduo não mais humanizado. Frieza determinada pela vivência, agora irrelevante. Processos mecanizados de vida padronizada. Não. Vida despadronizada em meio da positividade e negatividade elevadas. Vazio gerado pela indecência comportamental do ex-indivíduo humanizado. Não é mais indivíduo. No momento, indíviduo se torna máquina de funcionamento repetitivo. O pouco restante das mentalizações procura por refúgio. Longe das massas inúteis. O próprio se considera inútil para seu desenvolvimento. Viverá. Morrerá. Simplicidade comportamental. Humanidade aplicável, visto que o organismo continua o mesmo, independente da frieza interna. Os vermes virão. O esqueleto se tornará pó. E assim, continuará, o mundo, a girar. Sem perceber a perda de outra vida.
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