Entrei em uma batalha interna. Meu arrogante ego escolhe as piores horas para não se manifestar.
Não há um porquê em me importar. Ainda assim, me importo. Cadê a boa e velha insensibilidade de sempre?
Esconde-se, temerosa. Algum sentimento em mim é mais forte do que ela. E isso me irrita. Irrita demais. Quero minha frieza. Minha casca dura de pedra. Meu reduto para não demonstrar insegurança. Não quero ser fraco...
Ainda assim, tua ternura me comove. Tuas intenções são as piores, mas me comovem. Já joguei esse xadrez várias vezes, e a derrota sempre me acompanhou. Melhor sair do jogo. Ou, atualmente, melhor resistir ao jogo. Pois, caro leitor, ele está apenas começando...
terça-feira, 3 de novembro de 2009
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